Dois níveis de alerta afastam os condutores de pontes inundadas
Uma viatura chegou a ser arrastada ao tentar atravessar a ponte de São Domingos com o Gilão em cheia. Um sensor de nível com dois limiares de alerta indica agora à Proteção Civil quando a encerrar.

O desafio
A ponte de São Domingos fica fora do perímetro urbano de Tavira. Quando o Gilão sobe, a ponte fica submersa, e a circulação só era suspensa após avisos da população, quando a ponte já estava intransitável, ou se houvesse tempo para verificar no local. No passado, uma viatura chegou a ser arrastada ao tentar atravessá-la; felizmente, os passageiros sobreviveram. Uma via de acesso à ponte também fica intransitável quando o rio sobe acima da cota da ponte.
Como monitorizar o estado de uma ponte e encerrá-la antes de alguém ficar em perigo?
O que instalámos
Um sensor de nível junto à ponte, com dois níveis de alerta: um aviso antecipado, que anuncia um risco iminente que pode exigir intervenção, e um segundo alerta, crítico, que exige ação imediata, dando à Proteção Civil tempo para agir e minimizar os impactos negativos na mobilidade.
O que mudou
A decisão de encerrar ou reabrir a ponte é agora tomada em função do nível do Rio Gilão, medido em contínuo, e não dos avisos da população.
- Prevenção via antecipação
- Eficiência operacional
Porque é importante
Tavira já viu o que acontece quando um condutor tenta atravessar: uma viatura arrastada e passageiros que tiveram sorte em sobreviver. Os dois níveis de alerta dão à Proteção Civil tempo para encerrar a ponte e a via de acesso antes de a água lá chegar, para que ninguém tenha de tomar essa decisão sozinho, à beira da água, em plena tempestade.
- Viaturas a entrar numa ponte submersa
- Condutores retidos numa via de acesso cortada
- Encerramentos só depois de a população dar o alarme
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