Encerrar um passadiço a partir do Comando Operacional pode salvar vidas durante uma tempestade
Um passadiço junto ao Tejo, a mais de 30 minutos do Comando Operacional, exigia verificações presenciais constantes. Agora, um sensor de inundação dá o alerta, e o alerta fecha o passadiço.

O desafio
Loures é um município vasto, com pontos de monitorização a mais de meia hora do Comando Operacional da Proteção Civil. Um deles é o passadiço na margem do Rio Tejo, exposto às subidas do rio. Verificá-lo presencialmente, vezes sem conta, era um fardo operacional pesado, que retirava meios à resposta a emergências em momentos críticos.
Como saber sempre que uma infraestrutura pedonal está em risco e encerrá-la quando o perigo para os utilizadores é maior?
O que instalámos
Um sensor de inundação instalado no passadiço deteta o momento imediatamente antes de a infraestrutura começar a ficar submersa e alerta a Proteção Civil em tempo real. Esta informação permite uma resposta de emergência mais eficaz e eficiente.
O que mudou
As equipas só se deslocam ao passadiço quando é emitido um alerta, que despoleta de imediato o fecho do acesso à zona. O tempo que o sensor permanece inundado dá também à Proteção Civil uma imagem muito mais clara da dinâmica de inundação no local.
- Eficiência operacional
- Inteligência hidráulica melhorada
Porque é importante
Um passadiço submerso é difícil de avaliar à distância: a água pode parecer pouco profunda quando o pavimento já está escorregadio ou invisível. Fechá-lo no momento certo protege quem caminha ou pedala, e cada verificação presencial que deixa de ser necessária é uma hora que uma equipa pode dedicar a uma emergência real.
- Peões a entrar num passadiço submerso
- Deslocações de uma hora só para verificar a água
- Equipas de resposta retidas longe das emergências reais
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